Comemoramos o lançamento da décima edição da revista Manual, dirigida por Nacho Requena e publicada pela Dolmen Editorial. Analisamos um pouco o que você pode encontrar nele.

A verdade é que a Manual é chamada de revista por chamá-la de alguma coisa, porque a primeira coisa que me impressionou foi sua enorme qualidade de impressão e materiais -que isso não soe depreciativo para o termo “revista”-. A filosofia por trás de cada uma das páginas que a revista esconde é um pouco de misturar as novidades do mundo dos videogames com a atemporalidade, com o objetivo final de acabar na sua estante junto com o resto de seus livros sobre a indústria em vez do lixo após a leitura. Ainda nessa linha, vale a pena aplaudir a decisão de ter feito da Manual uma revista que tem apenas duas edições por ano, dando-lhe esse ponto Prêmio respiração adicional em cada página.

Estamos diante de pequenas obras de arte, pensadas para durar no tempo, e que reúnem, sob a direção de Nacho Requena, um grande número de protagonistas do jornalismo espanhol. Seu layout e apresentação são sua ponta de lança, mas o conteúdo está à altura. Uma mistura de artigos de opinião, entrevistas com personalidades e desenvolvedores atuais da indústria e reflexões aprofundadas sobre o passado, presente e futuro do mundo dos videogames. De alguma forma, Manual exalta e reivindica a figura do jornalista, cada vez mais diluída -junto com o formato físico no jornalismo-, oferecendo textos geralmente profundos e longos, às vezes próximos de ensaios, mas também muito acessíveis graças a, e não canso de dizê-lo , enorme trabalho de layout e apresentação.

Portanto, não vamos nos aprofundar em cada um dos artigos da revista, porque resenhar um livro -o que estamos acostumados por aqui- não é o mesmo que resenhar um produto desse tipo. Esta é a lista de artigos que você encontrará na revista Manual número 10:

E os e-sports no Japão? Por Victor Blazquez

Ansiedade Celestial. Por Israel Mallen

Frigideira, pato e pixels. Por Rodrigo Losada

Do Game Boy ao Nintendo Switch. Por Paula Garcia Gil

Entrevista com Lena Raine. Por Nacho Requena

Era uma vez em Seattle. Por Maria Bonete

A guerra não é um jogo. Por Antonio César Moreno

Agende sob o barulho das bombas. Por Alberto Venegas

Videogames, terror e ficção. Por Álvaro Arbones

Entrevista com Inon Zur. Por Nacho Requena

Tomb Raider: quando o cenário é o quebra-cabeça. Por Violeta Saez

Um tour de simuladores imersivos. Por Iago Foxo

Arquitetura na era industrial. Por Carmen Suarez

O papel do detetive nos videogames. Por Sergio Tur

-EEntrevista com Andrew Shouldice. Por Nacho Requena

O espelho pixelado. Por Laura Luna

A supremacia do líder. Por Abelardo González

Do físico ao virtual. Por Jaime San Simon

Museus de videogames. Por Clara Castano

Entrevista com Raul Ibarra. Por Nacho Requena

Parabenizamos a revista por seu décimo número, e que venham muitos mais, pois seria uma pena perder um produto de tamanha qualidade. A verdade é que fiquei muito surpreendido quando o tive nas mãos, e sabem que não tenho escrúpulos em falar mal dos produtos que recebemos por aqui.

Você pode encontrar mais informações, bem como métodos de compra, no site oficial da Dolmen Editorial clicando no seguinte link:

Revista Manual (número 10)

https://dolmeneditorial.com/tienda/revista-manual-10/

Cópia fornecida por Dolmen Editorial. Em nenhum momento esse fato influenciou as opiniões refletidas neste texto.

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